Sites que indico
- Roger Woolger - Informação de qualidade sobre a terapia de regressão de memória. Roger Woolger formou-se em Psicologia e Filosofia Analítica na Universidade de Oxford em Londres, fez mestrado no Instituto Jung de Zurique e pós-graduação em Religiões Comparadas - Induismo e Misticismo Cristão na Universidade de Londres. Roger é conhecido internacionalmente como um pioneiro na área da psicologia transpessoal.
- Somatic Experiencing - S E Brasil - (Experiência Somática) é uma abordagem naturalista para a resolução e cura do trauma, desenvolvida pelo Dr. Peter Levine. É baseada na observação de que os animais selvagens, embora rotineiramente ameaçados, raramente são traumatizados. Os animais na selva utilizam mecanismos inatos para regular e neutralizar os altos níveis de ativação associados aos comportamentos defensivos de sobrevivência. Estes mecanismos proporcionam uma “auto-imunidade” ao trauma, possibilitando que retornem à vida normal após experiências avassaladoras de ameaça à vida.
- Grupos de Estudo de SE (Somatic Experiencing©) do Rio de Janeiro - Bons textos de autores famosos sobre a neuro/fisiologia do trauma
- Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito.
- FiloCom - Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação
- MONITOR DAS FRAUDES - Um site muito interessante sobre fraudes e como a falcatrua é criada e as pessoas são enganadas. Visite o site de vez em quando e vá se informando para saber o que e como evitar certos caminhos.
- Nova Linha do Tempo da memória da Psicologia*Projeto Memória da Psicologia Brasileira*Conselho Regional de Psicologia de São Paulo
- RELÓGIO MUNDIAL - Às vezes, ou melhor, muitas vezes a tecnologia serve para nos dar uma boa e nova noção do que está acontecendo agora em todo o mundo. Dê uma olhada.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
"Quem vive para a espada para a espada morrerá!"
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domingo, 22 de novembro de 2009
Perca alguns momentos
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César Fernandes
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A morte
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César Fernandes
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Nem toda lágrima pede lenço
Algumas dores merecem ser vividas por inteiro.
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César Fernandes
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terça-feira, 28 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O FÓSFORO E A VELA
Já ouvi dizer que para morrer, basta estar vivo. Já ouvi dizer que a vida é como a chama de uma vela...

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César Fernandes
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Histórias e mais histórias... SEPARAÇÕES de Domingos Oliveira por Ana Carolina Arantes FLIP 2009/Paraty
Cenas de um casamento - Blog da FLIP
Após inúmeros pedidos do público, postamos abaixo o texto Separações, escrito por Domingos Oliveira para sua apresentação na FLIP e cedido por ele para figurar neste blog(Da Ana Carolina). Divirtam-se, leitores, com os percalços de Domingos em seus sucessivos enlaces matrimoniais:
escobri a psicanálise e logo depois o álcool. Na boemia, no tempo sem tempo da boemia, procurava aflitamente o Amor. Quebrei minha mão dando um soco na parede e fui à sessão de psicanálise tocar uma flauta de plástico que alguém me deu, com a mão engessada. Quero dizer que sofri muito. Na minha segunda separação sofri muito. Tinha três namoradas ao mesmo tempo, e brochava com as três. O nome dela era Leila. Em vez de tocar a flauta, fiz um filme, “Todas as Mulheres do Mundo”. Ninguém duvide disso: períodos de separação são em geral altamente produtivos. Minha terceira separação, Nazareth, eu tinha quarenta e poucos, sofri muito e não teve graça nenhuma. Eu estava sem dinheiro e vivia minha vida nos corredores dos bancos adiando promissórias, parcelando dívidas, movido por anfetaminas. Naquela época eram vendidas como remédio para emagrecer. Meu quarto casamento, Lenita, durou dez anos e tive uma filha. Maria Mariana. Na quarta separação tinha quase cinqüenta, tive poucas namoradas, poucas porém boas. Até que há vinte e oito anos, casei com Priscilla, adorável criatura que me acompanha até hoje. E lá pelo oitavo ou décimo ano de casamento, passamos um ano separados. Se eu tinha desarticulado na primeira, nessa ultima desagreguei, quero dizer, sofri muito. Mas sempre produtivamente. Essa experiência resultou num filme, “Separações”. Se eu cito esses dados biográficos nesta palestra, é apenas para tentar perceber o que há de comum entre essas cinco malditas porém necessárias passagens. Na verdade quase pode ser dito que todo homem solteiro quer casar assim como todo casado quer ficar solteiro. Não conheço nenhum casal decente que não nutra um sólido desejo de separação. Faz parte de um bom casamento, creio. Afinal, o amor tira a liberdade, sem dúvida. O que é inadmissível. E a solidão muita vezes é desagradabilíssima e vazia. Enfim, assim vamos todos, amando e desamando, carneirinhos a espera do corte. A pergunta que faço hoje em dia a respeito do assunto é sobre a possibilidade de amar, casar e separar sem sofrer. Muito me perguntei sobre o mistério da dor do amor. Para tentar entender a dor do amor existem três indagações sobre o amor, ele mesmo. Primeiro. Porque o amor (a paixão) acaba? Infinita enquanto dura, mas não dura. É por esquecimento de si mesmo? Porque, sendo explosão, com tempo se atenua? Porque, tendo dado ao amante sua chance de eternizar-se, não tem mais nada a fazer ali? A segunda indagação vai mais direto ao ponto: Porque dói tanto quando o amor acaba? Porque é tão triste? Porque é inaceitável? Nenhum raciocínio ou vivência autorizou a crença de sua perenidade? Porque afinal nos dilaceramos? Ah, a dor do amor. É mais que uma angústia. É uma febre, uma desidratação. Poucas coisas são tão tristes quanto o fim de um grande amor. Talvez nem o fim da vida seja tão triste. E o que dói? Onde dói? Dói por não ser mais o que era. Dói por tudo que poderia ser, se ainda fosse, mas não será jamais. Dói a perda da paixão, única moeda cósmica que temos a nossa disposição. Porém, acalmemos. Deve haver um motivo objetivo para tanta dor. Examinemos metodicamente uma a uma as perdas. O que se perde quando é perdido um amor? Talvez a moeda cósmica? Não, não deve ser isso. Todos os homens sofrem separações e nem todos se importam com o cosmos. A perda do objeto sexual? Também não deve ser isso. Há muitas Marias para cada João. Qualquer coisa ligada a ciúme de terceiros? Mas há separações que não envolvem terceiros, nem por isso deixam de ser sofridas. Tão pouco são razoáveis as explicações psicológicas, quebra da fantasia, falência de um investimento sentimental ou qualquer coisa desse tipo. Mas também não é isso. Homens maduros, estudiosos, que certamente ultrapassaram esse tipo de acontecimento psicológico também sofrem como cães envenenados. Aprofundemos essa espiral. Talvez o horror da solidão quando convivemos muito com a pessoa amada, perdemos totalmente a noção de como somos sós no mundo. Nossa íntima alegria ou dor é compartilhada, ganhamos um ouvinte interessado e perder isso, convenhamos, é perder muito. Talvez o medo da liberdade, citando Dostoievski, meu caro companheiro desde a adolescência, “Não há nada que o homem deseje mais do que a liberdade, nem nada que lhe seja tão doloroso”. Na terceira indagação sobre o amor pergunto se ele é necessário. Na pesquisa da verdade todas as hipóteses devem ser levantadas, mesmo as deselegantes. Existirá mesmo um grande homem só? Não será um homem um animal ou dois? Como intuía os antigos gregos, um ser cuja biológica natureza verdadeira é ser parte de uma unidade maior, chamada casal. Se a função da hipótese é responder paradoxos, esta é a meritosa, posto que pelo menos explica a dor do amor. Dói porque falta uma parte, tanto quanto doeria se nos arrancassem um braço ou um olho. Quando escrevi o roteiro do filme “Separações” eu tinha farto material a respeito. Tanto retirado da minha vivência quanto daquela dos amigos, mas não conseguia fechar a história. Somente pude fazê-lo quando lembrei da Kubler Roth(Elisabeth Kübler-Ross ) e de suas fases pelas quais obrigatoriamente passa um doente terminal. Quando reparei que elas podiam coincidir com as fases do meu herói ridículo num período de separação, o roteiro ficou resolvido. Somente é possível comparar a separação de dois amantes com a morte de um homem. No filme minha ordem é: a Negação (“Não! Não pode ser! É mentira, ela vai voltar. Foi uma briguinha à tôa.”), a Negociação (“Se ela voltar para mim eu paro de fumar, subo os degraus da Penha, nunca mais vou ser galinha”), a Revolta (“Quero te matar, sua puta!”) e a Aceitação, que é quando se arranja outra namorada. Ou então a mulher volta. Observe que tomei certas liberdades com a Kubler Roth. Inverto a ordem, que é: a Negação, a Revolta, a Negociação, a Depressão e a Aceitação. E dou por subentendida a fase da depressão. Bem, espero que quem não viu possa ver o filme. É muito engraçado ver aquele homem arrastando-se pelo chão, pagando todos os micos possíveis para recuperar a mulher amada. Hoje tenho 72 anos, continuo querendo me separar da Priscilla, e ela de mim naturalmente, posto que somos normais e tenho a impressão que poderíamos fazer isso alegremente sem nenhum ciúme e nenhuma dor. Tenho essa exata impressão e com a mesma convicção que não acredito absolutamente nela. Morro de medo de me separar da Priscilla. Creio, concluindo, que é uma questão genética. Há homens que nasceram para viver sozinhos, e certamente não sou um deles. A verdadeira arte de viver talvez seja tentar ser aquilo que você é. O que evidentemente é muito difícil. Me aguardem no meu próximo filme, é uma espécie de continuação de Separações. Acompanhando o casal, até digamos assim, o fim. Titulo: ‘Inseparáveis’.”
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César Fernandes
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
CÂNCER - O calvário de Ryke Geerd Hamer

Ryke Geerd Hamer é um médico alemão o qual, depois de uma experiência traumática (seu filho morreu por consequência de uma ferida provocada por um disparo, ao quanto parece acidental, durante suas férias na ilha do cavalo; a historia e a consequente causa legal contra quem fez o disparo tiveram grande destaque na imprensa, alguns anos atrás) se adoeceu de cancer. Como bom médico procurou, com a intuição de um detective, para entender a causa da sua doença, que obviamente tinha alguma coisa a ver com a triste e oprimente experiência vivida. Hamer chegou desta forma à assim chamada lei férrea do cancer (descrita mais detalhadamente no artigo a seguir), segundo a qual todas as doenças que conhecemos sob o nome de cancer são reagrupáveis e sobretudo são reconduzíveis por experiências definidas por Hamer “experiências choque de conflito”.Estas são experiências às quais não conseguimos fazer frente no plano mental. São fortes e oprimentes e contém um conflito (com si mesmo ou com outros) que não é acessível por uma resolução imediata.O conflito, sempre segundo quanto Hamer documentou com milhares de TAC, “acende” uma fogueira no cérebro da pessoa, a qual a sua vez inicia um “programa de sobrevivência” no curso do qual vemos espontar um tumor, nos apresenta uma leucemia ou ainda, começa um processo de decrescimento como no caso da osteólise (cancer dos óssos).Com a gradual resolução do conflito, o crescimento desaparece (vem reabsorvida), os parâmetros do sangue se normalizarão e o osso “comido” se cicatriza.Claramente uma descoberta deste gênere não é por nada agradável à farmamedicina de hoje, que tira enormes proveitos da pesquisa – pontualmente sem exito – da causa do cancer e dos tratamentos muito custosos com o uso de quimioterapia, bisturi e radiações.De facto, ao invés de aceitar o desafio de Hamer para iniciar uma experimentação para verificar o quanto era afirmado por ele, a ordem dos médicos alemãos tolheram sua habilitação profissional, e pensaram ainda de proibir toda a actividade curativa de Hamer.Um caso gravíssimo e trágico quanto aquele de Ketha (uma menina de Brescia – Itália – que queria seguir a cura de Di Bella) e aquele da pequena Olivia de Vienna, arrancada com o uso da força policial dos seus genitores para ser submetida aos tratamentos farmamedicinais, e que sob os quais morreu. Hamer que havia aconselhado aos pais da menina para agirem diversamente, foi para a cadeia.Outro caso, do qual damos noticia, é “o caso” contra o mesmo Hamer na França, onde a sua terapia não foi considerada idônea pelo tribunal judiciário, diante de mais de trinta pacientes que houveram exito, e que relataram as suas testemunhas durante o processo.
As cinco leis biológicas sobre as quais se fundamenta a nova medicina nos mostram os critérios segundo os quais toda doença se gera e se desenvolve contemporaneamente em três níveis: psiquico, cerebral e orgânico.Hamer lhes define leis enquanto verificáveis sempre, em cada paciente que se pega por acaso e em qualquer lugar, afirmando que se elas não encontrassem confirmação ainda que só em dois pacientes em cem, seria da descartar (“clausula que a medicina oficial nunca chama à baila”)
Racionalizar que nada é casual
Entender qual choque deu origem ao tumor
Entender em que fase a doença que se encontra
À luz dos pontos 1) e 2) reflectir sobre quanto seja ainda necessário fazer, e quanto invés, vai absolutamente evitado.1) Ontogênica: a evolução das simples espécies até àquela humana se encontra reproposta na fase embrional. Nós conhecemos no desenvolvimento embional três diferentes folhetos dos quais derivam todos os órgãos: o endoderma (interno), o mesoderma (no meio) e o ectoderma (externo). Cada célula do organismo e cada órgão do corpo se pode reconduzir pela sua formação istológica em um destes três folhetos.Endoderma (e órgãos coligados) têem os seus “relés” no tronco cerebral (a parte mais antiga) do cérebro, em caso de tumor haverão tumores sólidos.Mesoderma (as células do grupo mais antigo) tem o seu relé no cerebelo e (as células do grupo mais recente) no miolo cerebral, em caso de tumor haverão tumores sólidos no primeiro caso e necrose ou buracos no segundo.Ectoderma tem o seu relé na parte mais recente do cérebro, o córtex cerebral; em caso de tumor haverão chagas ulcerosas.2) Substâncias cancerígenas? Segundo Hamer não existe nenhuma prova da existencia de substâncias cancerígenas. As argumentações de apoio a estas teses são:a) não é possível provocar tumores em órgãos nos quais as conexões nervosas com o cérebro foram talhadas (órgãos transplantados)b) as substancias inoculadas nos animais para induzir o cancer não induzem nada se não tem o intervento do cérebro. Estas podem destruir, envenenar mas não induzir o tumor. A experimentação da fumaça do cigarro em cricetideos e ratos confirma tudo isto:- 6.000 cricetideos expostos à fumaça dia e noite por seis anos viveram em média por mais tempo que os seus co-irmãos não submetidos ao tratamento (segundo Hamer porque habitam debaixo da terra, não codificaram no cérebro um sinal de alarme para a fumaça, e portanto não aquisitaram, durante a sua evolução, “o programa especial, biológico e sensato do perigo do fumo”)- para ratos domésticos advém exatamente o contrário. Á mais pequena emissão de fumaça vem tomados pelo medo/panico de morrer e fogem porque, ao longo do seu caminho evolutivo a fumaça aquisitou um sinal de alarme. Podemos dizer que em ratos se pode induzir um carcinoma alveolar no pulmão provocado por um conflito de medo pela morte (e é próprio por estas razões que Hamer considera uma inútil tortura a experimentação em animais que se supõem privos de psique e de emoções!)O mesmo discurso vale para a radioactividade. As radiações destroem as células mas não provocam os tumores. Por quanto refere á alimentação Hamer afirma simplesmente que um organismo bem nutrido é em grado de reagir melhor aos conflitos.3) Metástase : segundo Hamer as metástases são novos conflitos provocados por novos choquesconflituais, provocados, isso é, pelo choque de diagnose e prognose médicas aparentemente imcombatíveis. O paciente em que vem diagnosticado o cancer, vem tomado do pânico do “bruto mal que prolifera em modo anárquico e do qual aparentemente não tem escapatória”, e este “pânico” seria o novo choque á origem daquelas que se chamarão metástases.
Extraído da Nexus New Times ed.Italiana n. 26Referimentos: Comunicato Andromeda n.77/2000Internet:http://www.multimania.com/biologie/english/booklet/booklet.htm (inglês)
Câncer
O que é o câncer?
Lynne McTaggart
Comecei a pensar novamente sobre o câncer e o que significa ser uma vítima da mais complexa e intratável (em termos convencionais) doença de nossos tempos. Nós nos concentramos em agentes ambientais e deficiências nutricionais – que certamente desempenham um papel importante na causa do câncer – mas as formas de tratamento que têm melhor resultado sugerem um tipo de agente causal que é, provavelmente, mais profundo.Câncer é uma crise espiritual. Muitos dos especialistas em câncer, de mente mais aberta — de Ryke-Geerd Hamer a Waltraut Fryda — tomam como postulado que o câncer seja a manifestação física da falta de esperança. Trata-se de alguém que perdeu temporariamente o seu caminho, a sua fé, a confiança de que a cada dia, de todas as maneiras, esteja melhorando aos poucos. Não é de se estranhar que o corpo esteja se consumindo. Equivale biologicamente a um suicídio.Há pouco tempo, conversei longamente com Lothar Hirneise, que dirige a entidade “Pessoas Contra o Câncer” na Alemanha, e fiz perguntas sobre terapias alternativas contra o câncer.Seus comentários foram profundos e instrutivos. Ele ressaltou que o enfoque mais negativo é acreditar que o tumor é a doença e concentrar toda a atenção terapêutica em livrar-se dele. Na maioria dos casos, isso não é necessário, comentou. Na verdade, matar as células cancerosas pode até ser perigoso.“Após anos de pesquisa, cheguei à conclusão que cada tumor é um presente que a maioria dos pacientes não consegue entender”, diz ele. “Um tumor é um sintoma, como dor ou febre, e nos ajuda a sobreviver.”De acordo com Lothar, o câncer é um sinal de alerta — uma demonstração física de que alguma coisa está errada com a vida da vítima do câncer, que algo precisa ser mudado imediatamente. O tumor aparece no lugar de algo muito pior. No entanto, a abordagem convencional é considerar o tumor como um invasor externo e procurar erradicá-lo para que o paciente possa retomar a sua vida de sempre.“A recomendação de um oncologista, para que o paciente viva a sua vida como sempre viveu, é o que há de mais perigoso”, informa Hirneise. Ele também afirma que o câncer não é uma entidade isolada. Cada câncer de mama, assim como cada mulher, é individual — a manifestação de uma crise singular. Após entrevistar centenas de sobreviventes de câncer terminal, Lothar identificou uma analogia importante nos históricos clínicos. Embora alguns tenham mudado a sua alimentação e passado por terapias de desintoxicação, a principal área em comum foi uma grande guinada mental ou espiritual, após uma fase de profunda avaliação emocional e espiritual. A maioria desses pacientes passara por um extenso trabalho espiritual, geralmente com terapeutas especializados, e a maioria via o seu câncer como fator que os fez acordar para a realidade.Hoje, as terapias mais bem sucedidas concentram-se na espiritualidade do paciente, em lugar dos aspectos físicos. Hamer e seus assistentes acreditam que, quando se encontra a fonte do estresse ou trauma emocional, o tumor não será mais necessário e vai desaparecer por sua própria vontade.Os índices de mortalidade atuais sugerem que a medicina precisa reconsiderar não apenas o que provoca o câncer, como também o papel que ele representa na vida do paciente. Longe de ser o inimigo, o câncer é o tipo de amigo de que todos precisamos em uma ou outra fase da vida. O amigo que tem a coragem de levantar um espelho e fazer com que nos miremos nele._____Fonte: What Doctors Don’t Tell You, Vol. 15 nº 4 – julho de 2004
OS CRIMES CONTRA A HUMANIDADEPOR: BURTON GOLDBERG
A verdadeira história do tratamento do cancer nos Estados Unidos da América deveria ser lida como uma imputação sumária no tribunal dos crimes na saúde contra a humanidade. E se as autoridades médicas Americanas foram feitas para ver o custo das vidas humanas nas suas conspirações politico-financeiras?Um dia os adversários da medicina alternativa terão de contar as vidas que foram sacrificadas com as suas oposições.
DEIXE-ME COMPARTILHAR COM VOCÊ UM PENSAMENTO COM O QUAL ACORDEI NUMA MANHÃ. Suponhamos que todos os oponentes da medicina alternativa tenham que responder por todas as mortes de todos os pacientes devido a oposição que eles fizeram aos tratamentos alternativos. Suponhamos que um tribunal para os crimes na saúde contra a humanidade foi reunido nos E.U.A. em algum ponto de um iluminado futuro e aqueles que tinham empurrado e forçado contra a medicina alternativa, negando aos pacientes as informações e o acesso aos tratamentos bem-sucedidos, baratos, seguros e sobretudo atóxicos fossem julgados pelas suas acções? E se as autoridades médicas Americanas foram feitas para ver o custo da vida humana em suas conspirações politico-financeiras?Talvés não é bizarro o pensamento como poderia parecer a voce quando o escuta pela primeira vez. Certamente existem neste século precedentes para grandes tribunais que julgarão as responsabilidades criminosas.Os crimes na saúde que estou referindo não são claramente evidenciados. Eles foram cometidos durante o tempo de paz. As mortes das pessoas eram, na maior parte, nem violentas nem rápidas, embora muitas pessoas morriam miseravelmente, devastadas igualmente pelas doenças e pelos efeitos tóxicos dos tratamentos e dos medicamentos.Milhões de pessoas neste século, morreram de cancer, doenças cardíacas e outras sérias doenças. Elas morreram pelos efeitos tóxicos dos agentes da quimioterapia em seus sangues ou cicatrizes cirúrgicas em seus corpos ou queimaduras da radiação na pele. Victimas “casuais“ na guerra contra o cancer.Obviamente os oponentes dos tratamentos alternativos não são culpados por crimes de guerra. Entretanto, embora muitos fossem provavelmente bem intencionados eles causaram inconscientemente mortes e sofrimento.Deixe-me reconstruir o caso para voce. Sempre, desde a metade do sec XIX, houve uma prolongada luta comercial oculta nos E.U.A. para o controle do mercado médico. Os partecipantes eram proponentes das terapias alternativas (mais conhecidos como homeopatas e herboristas) contra os proponentes da convencional medicina quimica.Actualmente como as doenças crônicas e degenerativas (tais como o cancer) e as disfunções imunológicas ( tais como AIDS) são muito prevalentes, a medicina convencional poderia ainda assim politicamente controlar o mercado, mas ela tem muito pouco valor no sucesso terapéutico.Suas conexões políticas e a máquina da propaganda são coligadas às agências de regulamentação governamentais e as indústrias farmacéuticas, com seus “caça-charlatões“ com as faces carrancudas que operam para manter o público, o tanto quanto possível, distraidos para as alternativas que verdadeiramente funcionam.Em muitos casos, eles impedem forçosamente que sejam usados tratamentos da medicina alternativa para as doenças que ameaçam as nossas vidas. As companhias de seguros não reembolsarão e os pioneiros doutores alternativos serão atormentados, marginalizados processados e irão à falência. As pessoas acabam sofrendo ou morrendo por que não tem acesso aos efectivos tratamentos alternativos. Este é especial e tragicamente o caso no campo do cancer.A verdadeira história do tratamento do cancer nos E.U.A. deveria ser lida como a acusa sumária no tribunal dos crimes na saúde contra a humanidade. Organizações públicas e privadas deveriam trabalhar dia e noite para fornecer tratamentos salva vidas para pacientes com cancer.E ao ínvés eles dedicaram seus consideráveis meios econômicos e seus efectivos para opor-se a estas medidas, assegurando-se deste modo que a maioria dos pacientes de cancer estejam “encurralados“ em seus tratamentos com altos custos mas inefectivos. Todos eles tem ajudado a guerra contra as curas do cancer e todos eles deveriam ser considerados responsáveis, publicamente, pelo número de mortes que isto provocou.Todos os profissionais oponentes das medicinas alternativas continuam com suas acções pressupondo que eles não devem responder por isto. Muitos acreditam que fazem um trabalho honesto como doutores ou administradores. O facto que sua submissão a um sistema médico tóxico de custo ineficaz e desnecessário e que custa vidas é porque provavelmente não sucede a eles. Necessita, entretanto, agir urgentemente.Sem dúvidas a idéia que eles poderiam, um dia ter de justificar suas acções nunca surge em seus pensamentos. Apesar de tudo, em suas visões eles são os fornecedores convencionais da aceitada pratica médica. Eles agem como se suas politicas contra a medicina alternativa e suas inovações curadoras fossem baseadas na ciência e terapéuticas, mas na verdade são baseados em lucros e economias. Os cuidados com a saúde actualmente nos E.U.A. é um pote de mel de bem $ 1 trilhão de dolares/ano, e estas agências e grupos querem ele integralmente. Sua vida ou morte é coisa secundária para eles nesta guerra capitalista para aumentar os lucros.A razão pela qual os tratamentos alternativos do cancer ainda não são a via principal tem pouco a ver com a alegada ineficaz terapéutica mas muito mais com a politica de controle do mercado das terapias. A politica do cancer tem uma influencia cancelatória na ciência do cancer e, finalmente, no que o público pensa e acredita sobre o cancer e no que se pode esperar como opções de tratamento.É a estrutura da instituição do cancer que controla eficazmente a forma e o sentido da prevenção, diagnóstico e o tratamento do cancer. O campo dos cuidados do cancer nos E.U.A. é organizado em torno a um monopólio médico que assegura um contínuo fluxo de dinheiro às companhias farmacéuticas, sociedades de tecnologia médica, institutos de pesquisa e agencias governamentais.Se pudessemos contar todos os homens, mulheres e crianças que morreram de cancer neste século, quantos milhões seriam? Quantas destas mortes poderiam ter sido evitadas se tivessem recebido tratamentos atóxicos ao invés da quimioterapia, radiações ou cirurgias? Quantas destas mortes poderíamos atribuir à manipulação política da medicina convencional a favor da preservação da sua parte do mercado médico, corrompendo o público em acreditar que seus interesses são terapéuticos e não econômicos?Naturalmente nós nunca saberemos a resposta, mas eu peço, contemplem esta imagem com compaixão, coragem e discernimento político. A este ponto o que eu estou pedindo é meramente um exercicio em avaliação moral, mas eu asseguro que um dia isto não será mais um exercicio; serão contas reais.Este artigo foi publicato originariamente na revista Medicina Alternativa e no site www.alternativemedicine.com , um site estabelecido por Burton Goldberg, autor deste artigo.
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
Nunca se esqueça de seu mestre
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sábado, 21 de março de 2009
Mais partes de livros, mais informação importante que circula pouco: Pedófilos: Lobos em pele de cordeiro
Vão aí para você ler e tomar consciência: um prefácio do livro de Anna Salter PH. D. e outro excerto do livro de Chistiane Sanderson PH. D.
AIS, de Chistiane Sanderson. Um livro que pelo menos toda escola deveria ter para que os professores pudessem ter condição de perceber e tomar atitudes para disparar processos que desvelem e mudem de direção vidas de grande dor.FOLHAONLINE 23/122009
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Eu, Ego, Tu, Eles, Nós, Vós sois mais do que ...
Par larvas
Eu
Você
Par Larvas não faz sentido, palavras não trasmitem o sentido todo, ou enganam, ou escancaram...
De pende do que você quer, gosta ou gostaria de ouvir.

E o que realmente foi dito? Você ouviu, entendeu?
Não, não, não se pre ocupe com o que lê agora. O culpe-se onde precisa.
"Em terra de cego quem tem um olho é rei"
Em terra de surdo quem tem um ouvido é solitário
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
FORMADOR DE OPINIÃO
Não sei se você pensa ou se preocupa com isso: educação, valores, crenças, trabalho,oportunidades, informação. Revista Veja, 01 de outubro de 2008.
'A verdadeira democracia tem de oferecer a todos o direito de saber ler e escrever, pensar, questionar e escolher'
Segundo pesquisa do confiável IBGE, estamos num vergonhoso lugar entre os países da América Latina, no que diz respeito à alfabetização. O que nos faltou e tanto nos falta ainda? Posso dizer que tem sobrado ufanismo. Não somos os melhores, não somos invulneráveis, somos um país emergente, com riquezas ainda nem descobertas, outras mal administradas. Somos um povo resistente e forte, capaz de uma alegria e fraternidade que as quadrilhas, o narcotráfico e a assustadora violência atuais não diminuem. Um povo com uma rara capacidade de improvisação positiva, esperança e honradez.
O sonho de morar fora daqui para escapar não vale. Na velha e sisuda Europa não há um sol como este. Recordo meu espanto na primeira estada por lá, num verão, vendo o sol oblíquo e pálido. Lá não se ri, não se abraça como aqui. Eles trabalham mais e ganham mais, é verdade. A pobreza por lá é menos pobre porque, se fosse miserável, morreriam todos de frio na primeira nevasca. O salário-desemprego é tão bom que, infelizmente, muitos decidem viver só com ele: o mercado de trabalho lá também é cruel, e com os estrangeiros, nem se fala. Em muitas coisas somos muito melhores.Mas somos um país analfabeto. Alfabetizado não é, já disse e escrevo freqüentemente, aquele que assina seu nome, mas quem assina um documento que leu e compreendeu. A verdadeira democracia tem de oferecer a todos esse direito, pois ler e escrever, como pensar, questionar e escolher, é um direito. É questão de dignidade. Quando eu era professora universitária, na década de 70, já recebíamos nas faculdades vários alunos que mal conseguiam escrever uma frase e expor um pensamento claro. 'Eu sei, mas não sei dizer nem escrever isso' é uma desculpa pobre. Não preciso ser intelectual, mas devo poder redigir ao menos um breve texto decente e claro. Preciso ser bem alfabetizado, isto é, usar meu instrumento de expressão completo, falado e escrito, dentro do meu nível de vida e do nível de vida do meu grupo.Para isso, é essencial uma boa escola desde os primeiros anos, dever inarredável do estado. Não me digam que todas as comunidades têm escolas e que estas têm o necessário para um ensino razoável, para que até o mais pobre e esquecido no mais esquecido e pobre recanto possa se tornar um cidadão inteiro e digno, com acesso à leitura e à escrita, isto é, à informação. Um sujeito capaz de fazer boas escolhas de vida, pronto para se sustentar e que, na grave hora de votar, sabe o que está fazendo. Enquanto alardeamos façanhas, descobertas, ganhos e crescimento econômico, a situação nesse campo está cada vez pior. Muito menos pessoas se alfabetizam de verdade; dos poucos que chegam ao 2º grau e dos pouquíssimos que vão à universidade, muitos não saem de lá realmente formados. Entram na profissão incapazes de produzir um breve texto claro. São desinteressados da leitura, mal falam direito. Não conseguem se informar nem questionar o mundo. Pouco lhes foi dado, pouquíssimo lhes foi exigido.A única saída para tamanha calamidade está no maior interesse pelo que há de mais importante num país: a educação. E isso só vai começar quando lhe derem os maiores orçamentos. Assim se mudará o Brasil, o resto é conversa fiada. Investir nisso significa criar mais oportunidades de trabalho: muito mais gente capacitada a obter salário decente. Significa saúde: gente mais bem informada não adoece por ignorância, isolamento e falta de higiene. Se ao estado cabe nos ajudar a ser capazes de saber, entender, questionar e escolher nossa vida, é nas famílias, quando podem comprar livros, que tudo começa. 'Quantos livros você tem em casa, quantos leu este mês? E jornal?', pergunto, quando me dizem que os filhos não gostam de ler. Família tem a ver com moralidade, atenção e afeto, mas também com a necessária instrumentação para o filho assumir um lugar decente no mundo. Nascemos nela, nela vivemos. Mas com ela também fazemos parte de um país que nos deve, a todos, uma educação ótima. Ela trará consigo muito de tudo aquilo que nos falta.
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Crime Virtual
Essa informação é boa. Que ela circule muito por aí.
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César Fernandes
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Olha o que disseram da sua TV
Mas para ser sincero a imagem que somei às letras vale mais que milhões de letras.
18/11/2008 - 07h57 FONTE: JB ONLINE
Pessoas infelizes assistem mais TV, diz estudo
da Folha Online

Um estudo feito por sociólogos americanos concluiu que pessoas infelizes assistem mais televisão, enquanto pessoas que se consideram felizes lêem mais e têm vida social mais ativa.
O trabalho foi publicado na edição de dezembro da revista científica Social Indicators Research.
Os pesquisadores, da Universidade de Maryland, na cidade de Baltimore, basearam suas conclusões em pesquisas realizadas ao longo de 30 anos nos Estados Unidos.
Com base nesses estudos, eles ainda concluíram que as horas que a população passa em frente à televisão podem aumentar com a crise econômica.
Três décadas
Os sociólogos John P. Robinson e Steven Martin, da University of Maryland, analisaram dados de quase 30 mil adultos que participaram de estudos sobre o uso do tempo e sobre comportamento social feitos entre 1975 e 2006.
Nos estudos sobre como as pessoas usam seu tempo, os participantes foram convidados a escrever diários relatando suas atividades durante um período de 24 horas, indicando quão prazerosas foram cada uma delas.
As pesquisas sobre comportamento social, ou General Social Surveys, também usadas como base para o presente estudo, indagaram aos participantes, durante anos consecutivos, quão felizes se sentiam e como passavam seu tempo, além de outras questões.
Robinson e Martin verificaram que, em relação ao hábito de assistir TV, os dois tipos de estudos apresentaram resultados diferentes.
De acordo com as General Social Surveys, pessoas que se consideram infelizes assistem em média 20% mais televisão do que pessoas muito felizes. Em suas conclusões, os pesquisadores levaram em conta características individuais como educação, salário, idade e estado civil.
As pesquisas também revelaram que pessoas que se descrevem como felizes são mais ativas socialmente, participam mais de serviços religiosos, votam com mais freqüência e lêem mais jornais.
As informações obtidas a partir dos diários descrevendo como as pessoas passavam o tempo, no entanto, revelaram um quadro diferente.
Escrevendo em tempo real, no mesmo dia em que as atividades aconteceram, os participantes parecem ver o ato de assistir televisão de forma mais positiva.
Segundo Robinson, embora os telespectadores digam que a TV de forma geral é um desperdício de tempo e uma atividade não particularmente agradável, muitos acrescentam que os programas vistos "foram muito bons".
Satisfação a longo prazo
Os autores do estudo concluíram, desta forma, que assistir televisão pode contribuir para a felicidade do telespectador naquele momento, porém, há menos efeitos positivos a longo prazo.
"A TV não parece realmente satisfazer as pessoas a longo prazo da maneira como o envolvimento social ou a leitura de um jornal o fazem", disse Robinson, um pioneiro em estudos sobre como as pessoas passam seu tempo.
"Ela é mais passiva e pode oferecer um escape - especialmente quando as notícias são deprimentes"."Os dados indicam que o hábito de ver TV pode oferecer prazer a curto prazo, mas causam mal a longo prazo."Baseado em dados colhidos pelas pesquisas sobre o uso do tempo, Robinson prevê que a população deva assistir mais televisão durante o período de crise econômica.
" À medida que as pessoas têm progressivamente mais tempo em suas mãos, as horas em frente à TV aumentam".
Ele acrescenta que um pouco do tempo extra também poderá ser preenchido dormindo.(Depois da televisão) "o sono pode ser o segundo grande beneficiário da perda de emprego ou da redução nas horas de trabalho".
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César Fernandes
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
O CONVITE
Para quem acompanha o blog mais de perto aproveito para comunicar que ainda volto lá naquela história que não é muito comum de ser ouvida por aí.
Sobre este post aqui tenho a dizer que eu, claro, o achei em outro lugar. Mas o importante é que VOCÊ o achou aqui e hoje.
O CONVITE
de Oriah Mountain Dreamer
Não me interessa o que você faz para viver, eu quero saber o que de fato você busca e se é capaz de ousar, sonhar, encontrar as aspirações de seu coração.
Não me interessa a sua idade, eu quero saber se você será capaz de se transformar em um tolo para poder amar, viver seus sonhos, aventurar-se a estar vivo.
Não me interessa qual o planeta que está em quadratura com sua lua, eu quero saber se você tocou o centro de sua tristeza, se você tem sido exposto pelas traições da vida ou se tem se contorcido e se fechado com medo da próxima dor. Eu quero saber se você é capaz de se sentar com a dor, a sua e a minha, sem tentar escondê-la, nem melhorá-la.
Eu quero saber se você pode ficar com a alegria, a minha e a sua.
Se você é capaz de dançar loucamente e deixar que o êxtase o envolva, até as pontas dos pés e das mãos sem querer nos aconselhar a sermos mais cuidadosos, mais realistas, nem nos lembrar as limitações do ser humano.
Não me interessa se a história que você me conta é verdadeira.
Eu quero saber se você é capaz de desapontar o outro para ser verdadeiro consigo mesmo, se você é capaz de suportar a acusação de traição e não trair a própria alma.
Eu quero saber se você pode ser confiável e verdadeiro, eu quero saber se você pode ver a beleza mesmo quando o dia não está belo e se pode ligar a sua vida a presença de DEUS.
Eu quero saber se você é capaz de viver com os fracassos, os seus e os meus, e mesmo assim se postar nas margens de um lago e gritar para os reflexos da lua: "Sim".
Não me interessa onde você mora e nem quanto dinheiro você ganha, eu quero saber se é capaz de acordar depois da noite do luto e do desespero, exausto e ferido até a alma, e fazer aquilo que precisa ser feito.
Não me interessa o que você conhece e nem mesmo como chegou até aqui. Eu quero saber se você irá postar-se comigo no centro do fogo e não fugir. Não me interessa onde e com quem você estudou. Eu quero saber o que o sustenta interiormente quando tudo o mais desabou.
Eu quero saber se você é capaz de ficar só consigo mesmo e se realmente é boa companhia para si, mesmo nos momentos vazios.
Eu o descobri agora a pouco no site do SR. Roger Woolger, professor que me ensinou muito sobre as dores da alma.
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César Fernandes
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
WCRT 3 - BRASIL 2008

Voltar daquela viagem
Olhar para o cotidiano e ve-lo como novidade
Ir voltando aos poucos, à força, ao normal
Trazer para o normal o anormal
Sentir-se estranho onde tudo é absolutamente conhecido
E vestir o velhos horários novamente
E seguir...
Comentários
Anônimo disse...
...procurando o ar.palavras que conduzem imagem...respiro.palavras bem colocadas, continuam o seguir...adorei as palavras. márcia
Setembro 22, 2008
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César Fernandes
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
Partes de livros - Histórias que você não ouve por aí. Freud, seu dilema e o estudo do trauma.

Do livro TRAUMA AND RECOVERY de Judith Herman, M.D.
"... By the mid 1890s Janet in France and Freud, with his collaborator Joseph Breur, Vienna had arrived independently at strikingly similar formulations: hysteria was a condition caused by psychological trauma. Unbearable emotional reactions to traumatic events produced an altered state of consciousness, which in turn induced the hysterical symptoms. Janet called this alteration in consciouness "dissociation." Breur and Freud called it "double consciouness".
Both Janet and Freud recognized the essential similarity of altered states of consciouness induced by psychological trauma and those induced by hypnosis. Janet believed that the capacity for dissociation or hypnotic trance was a sign of psychological weakness and suggestibility. Breur and Freud argued, on the contrary, that hysteria, whith its associated alterations of consciousness, could be found among "people of the clearest intellect, strongest will, greatest character, and highest critical power."
Both Janet and Freud recognized that the somatic symptoms of hysteria represented disguised representations of intensely distressing events which had been banished from memory. Janet described his hysterical patients as governed by "subconscious fixed ideas," the memories of traumatic events. Breuer and Freud, in a immortal summation, wrote that "hysterics suffer mainly from reminiscensces."
By the mid 1890s these investigators had also discovered that hysterical symptoms could be alleviated whem the traumatic memories, as well as the intense feelings that accompanied them, were recovered and put into words. This method of treatment became the basis of modern psychotherapy. Janet called the techcnique "psychological analysis," Breur and Freud called it "abrection" or "catharsis," and Freud later called it "psycho-analysis."..."
"... This empathic identification with his patients' reactions is characteristic of Freud's early writings on hysteria. His case histories reveal a man possessed of such passionate curiosity that he was willing to overcome his own defensiveness, and willing to listen. What he heard was appalling. Repeatedly his patients told him of sexual assault, abuse, and incest. Following back the thread of memory, Freud and his patients uncovered major traumatic of childhood concealed beneath the more recent, often relatively trivial experiences that had actually triggered the onset of hysterical symptoms. By 1896 Freud believed he had found the source. In a report on eighteen case studies, entitled The Aetiology of Hysteria, he made a dramatic claim: "I there for put forward the thesis that at the bottom of every case of hysteria there are one or more occurrences of premature sexual experience, occurrences which belong to the earliest years of childhood but which can be reproduced through the work of psycho-analysis in spite of the intervening decades. I believe that this is an important finding, the discovery of a caputt Nili in neuropathology."
A century later, this paper still rivals contemporay clinical descriptions of the effects of childhood sexual abuse. It is a brilliant, compassionate, eloquently argued, closely reasoned document. Its triumphant title and exultant tone suggest that Freud viewed his contribution as the crowning achievement in the field.
Instead the publication of The Aeotiogy of Hysteria marked the end of this line of inquiry. Within a year, Freud had privately repudiated the traumatic theory of the origins of hysteria. His correspondence makes clear that he was increasingly troubled by the radical social implications of his hypotesis. Hysteria was so common among women that if his patients' stories were true, and if his theory were correct, he would be forced to conclude that what he called "perverted acts against children" were endemic, not only among the proletariat of Paris, where he had first studied hysteria, but also among the respectable bourgeois families fo Vienna, where he had established his practice. This idea was simply unacceptable. It was beyond credibility.
Face with this dilemma, Freud stopped listening to his female patients. The turning point is documented in the famous case of Dora. ..."
Agora do livro: TRAUMA E EMDR, organizado por Rubén Lescano. Você verá partes de um capítulo que é um resumo de parte do livro acima citado. Capítulo de Dr. Paulo Solvey e Dra. Raquel C. Ferrazzano de Solvey.
"... O estudo do trauma psicológico tem uma curiosa história de "amnésia episódica", Perío
dos de investigação ativa se alternam com períodos de esquecimento. Repetidas vezes nos séculos XIX e XX, seguiram-se linhas similares de investigação, que foram bruscamente abandonadas para voltar a serem descobertas muito depois.Escritos clássicos de 50 ou 100 anos atrás, com frequência parecem obras comtemporâneas. Embora o tema tenha uma tradição rica e abundante, tem sido periodicamente esquecido e deve ser periodicamente redescoberto.
Essa amnésia intermitente não é resultado de simples mudanças de moda, que às vezes afetam qualquer procura intelectual. O estudo do trauma psicológico não recai por falta de interesse. Pelo contrário, o tema provoca tanta controversa que periodicamente é abandonado. Leva-nos a terreno do impensável e põem em jogo sistemas de crenças fundamentais. ..."
"... Quando a vítima é depreciada, como no caso de mulheres e crianças, descobrirá que os eventos mais traumáticos de sua vida ocorrem ao largo de uma realidade validada socialmente. Sua experiência não deve ao indescritível e inexistente.
Na história desse campo, discutia-se se os pacientes com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) eram reais ou fingiam, se suas histórias eram verdadeiras ou falsas e, se falsas, se eram imaginadas ou inventadas.
Para manter a realidade do trauma na consciência, se requer um contexto social que o permita. Para a vítima individual isso será dado por sua família e amigos. Para a sociedade o contexto é criado pela realidade política do momento.
Por exemplo, o estudo do trauma de guerra só se torna legítimo e só pode existir em um contexto que questione as guerras.
Por três vezes durante os séculos XIX e XX estudou-se o tema. A cada ocasião a investigação cavalgava em um movimento político. O primeiro a ser investigado - e portanto descoberto - foi a histeria.
Seu estudo surgiu em meio do movimento republicano anti-clerical da França no final do século XIX em oposição ao movimento monárquico.
O segundo foi shell shock (choque de artilharia), também chamado neurose de combate ou neurose de guerra. Seu estudo foi feito na Inglaterra e nos Estados Unidos depois da Primeira Guerra Mundial e alcançou seu ponto culminante com a guerra do Vietnã. O contexto político era o colapso do culto à guerra e o crescimento de movimentos antibélicos e pacifistas.
O terceiro e mais recente estudo sobre trauma que emerge ao conhecimento público é o conceito - e a aceitação - da existência da violência sexual e doméstica exercida especialmente sobre mulheres e crianças.
Nossa compreensão contemporânea do trauma psíquico se baseia na síntese dessas três linhas de investigação. ..."
"... Tanto Pierre Janet quanto Sigmund Freud compreenderam a importância da história da paciente. Cada um deles, de forma independente, alcança o mesmo descobrimento: era necessário falar com elas e escutá-las.
Durante uma breve década estes homens da ciência escutaram essas mulheres com uma devoção inexistente antes ou depois. Encontros diários, às vezes de horas, não eram raros de acontecer.
Em 1890, ambos chegam à idêntica conclusão:
a) A histeria era um quadro causado por um trauma psicológico ( o mais frequente era o de haver sido vítima de abuso sexual na infância).
b) Este provoca um estado alterado de consciência que por sua vez induzia os seus sintomas.
c) Janet chamou esta alteração "dissociação".
d) Breur e Freud o chamaram "double conscience".
Janet afirmou que suas pacientes histéricas eram governadas pelas "idéias fixas subconscientes, as lembranças dos eventos traumáticos". Breur e Freud escreveram (1893) que "as histéricas sofrem de reminiscências" (do trauma). Utilizaram como método de tratamento a atual psicoterapia pela fala, chamada por P. Janet "análise psicológica", por Freud "psicanálise" e por Ana O. "a cura pela fala".
Em 1896 Freud, na Etiologia da histeria, descreve como sua causa está no trauma sexual infantil: ter sido vítima de abusos.
Sua primeira teoria de trauma pode estar representada, entre outras, na seguinte nota " Proponho a teoria que por atrás de cada caso de histeria, há um ou mais episódios de experiências sexuais prematuras, episódios acorridos na mais tenra infância, mas que podem ser recuperados pela psicanálise, apesar das décadas transcorridas. Acredito ser um descobrimento por demais importante o do Caput Nili na neuropatologia".
Da mesma forma Pierre Janet, também em 1896, descreve como explicação da etiologia da histeria a mesma origem traumática, fazendo chegar por sua conta à idêntica conclusão.
O que Freud ouvia de seus pacientes eram impactantes histórias de abuso sexual, de incesto, de violações.
Um século depois, as descrições clínicas de Freud rivalizam com os estudos contemporâneos que descrevem o mesmo. Eram brilhantes, compassivos, eloquentes e com rigor científico. Lamentavelmente isso não foi o começo como parecia, mas o final.
Esses casos não eram mais escutados em Paris, dos pacientes de hospitais públicos, mas de Viena em seu consultório particular. Já não atendia mendigas e prostitutas, e sim as filhas de seus colegas e vizinhos, amigos e parentes, o melhor da sociedade austríaca. Voltava a encontrar uma e outra vez essas histórias sinistras de abusos e incestos.
Passado um ano, Freud já havia repudiado seu descobrimento sobre a etiologia traumática de um quadro psiquiátrico como a histeria. Isso desabrocha em sua cartas para Fliess, recentemente publicadas, (que vc também verá na sequência do post) ainda que só retrata publicamente de sua teoria de sedução, sete anos depois. O repúdio da teoria do trauma pode ser bem exemplificado na seguinte nota, além das que seguem abaixo: "Vi-me, por fim, obrigado a reconhecer que estas cenas de sedução nunca haviam ocorrido, eram tão somente fantasias que minha pacientes inventaram".
Há quem considere o recuo de Freud um ato de covardia; no entanto cremos provável que seu descobrimento não poderia encontrar eco, ao faltar-lhe substrato político e social=>(Veja você mesmo em MASSON, J. M. (1984) The Assault on Truth: Freud's Supression of The Seduction Theory).
Freud não dispunha, na Viena daquele momento, do ambiente sócio-político adequado ao questionamento da moral da época, como o havia encontrado em Paris, consequência dos enfrentamentos entre a monarquia e o moviento republicano.
O fato é que a partir dali elaborou uma teoria do desenvolvimento humano, na qual inferioridade e hábito de mentir das mulheres eram pontos centrais da doutrina. Num clima político patriarcal e antifeminista - com o qual ele se identificava - essa teoria prosperou e cresceu, chegando a afirmar que o sentido da justiça era mais frouxo nas mulheres que nos homens ( carta de Freud para Fliess do livro de MASSON, J. M. citado acima).
O que poderia fazer então? Aceitar que esses atos perversos contra crianças eram endêmicos na sociedade? Isso era para ele e para a Europa da época inaceitável. Construiu assim a tese de que tosas eram fantasias que haviam sido tomadas como verdades. Freud não pôde, ou não soube, ou não quis enfrentar o sinistro que estava descobrindo nos relatos de seus pacientes porque formava parte do mesmo sistema. Isso marcou o fim de uma era.
Pierre Janet não foi ouvido apesar de sua postura firme. Durante um século essas pacientes foram - mais uma vez - silenciadas. Isso atrasou em cem anos a psiquiatria e o estudo e consequências do trauma psicológico. ..."
Do livro: ATENTADO À VERDADE a supressão da teoria da sedução por Freud
"... INTRODUÇÃO
Em 1970, comecei a me interessar pelas origens da psicanálise e pelo relacionamento de Freud com Wilhelm Fliess, o otorrinolaringologista que era o seu amigo mais íntimo durante os anos em que Freud formulava suas novas teorias.
Correspondia-me há algum tempo com Anna Freud sobre a possibilidade de preparar uma edição completa das cartas de Freud a Fliess, uma versão resumida do que havia sido publicado em 1950 em alemão e, em 1954, em inglês com o título The Origins of Psychoanalysis (Nova York, Basic Books). Essa edição havia sido preparada por Anna Freud, Ernst Kris e Marie Bonaparte. Em 1980 , encontrei-me com o Dr. K. R. Eissler, diretor dos Sigmund Freud Archives, e conselheiro de confiança e amigo de Anna Freud, e com Anna Freud em Londres, e a Sra. Freud concordou com uma nova edição das cartas de Freud a Fliess. Em consequência, foi-me dado acesso a essa correspondência lacrada (os originais estão na Biblioteca do Congresso), que constitui nossa mais importante fonte de informações a respeito dos primórdios da psicanálise.
Além de incluir todas as cartas ou passagens que haviam sido previamente omitidas (que chegavam a mais de metade do texto), julguei necessário acrescentar inúmeros comentários. Precisaria assim ter acesso a outros elementos relevantes. Anna Freud ofereceu sua total cooperação, e pôs à minha disposição Maresfield Gardens, onde Freud passou o último ano de sua vida.
A magnífica biblioteca pessoal de Freud estava lá, e muitos dos volumes, especialmente dos anos iniciais, estavam antotados por ele. Na escrivaninha de Freud, descobri um caderno de notas mantido por Marie Bonaparte depois que ela comprou as cartas de Freud a Fliess em 1936, no qual ela comenta as reações de Freud a essas cartas, que ele havia escrito anos antes. Encontrei-me também uma série de cartas que diziam respeito a Sándor Ferenczi, que seria, anos mais tarde, o mais íntimo amigo analítico e colega de Freud, e ao último ensaio que Ferenczi leu no 12º Congresso Psicanalítico Internacional em Wiesbaden. Esse ensaio tratava da sedução sexual de crianças, um tema que absorvera Freud durante os anos da sua amizade com Fliess.
Num grande armário negro do lado de fora do quarto de dormir de Anna Freud, encontrei muitas cartas originais de e para Freud, escritas durante esse mesmo período, cartas até então desconhecidas: uma carta de Fliess para Freud, cartas de Charcot para Freud, cartas de Freud para Josef Breuer, para sua cunhada Minna Bernays, para sua mulher Martha, e para antigos pacientes.
Pouco tempo depois, o Dr. Eissler perguntou-me se eu estava disposto a sucedê-lo como diretor dos Freud Archives. Concordei e fui nomeado Diretor de Projetos interino. Os Archives haviam comprado a casa de Freud em Maresfield Gardens, e eu devia converter a casa em museu e centro de pesquisa. Anna Freud deu-me acesso aos documentos reservados que ela já havia doado à Biblioteca, o que perfazia quase 150.000 documentos (na maioria vindos dos Archives). A Biblioteca concordou em fornecer cópias desses documentos ao museu projetado. Tornei-me também um dos quatro diretores da Sigmund Freud Copyrights, o que me permitiu negociar com a Harvard University Press a publicação das cartas de Freud, em edições completas, anotadas, eruditas.
À medida que ia lendo a correspondência e preparando as anotações para o primeiro volume da série, as cartas de Freud a Fliess, comecei a notar o que parecia ser uma constante nas omissões feitas por Anna Freud na edição resumida original. Nas cartas escritas depois de setembro de 1897 (quando se julga que Freud abandonou sua teoria da "sedução"), todos os históricos de casos tratando de sedução sexual de crianças foram expungidos. Além disso, todas as menções a Emma Eckstein, uma das primeiras pacientes de Freud e Fliess, que parecia de algum modo ligada à teoria da sedução, foram omitidas. Impressionou-me particularmente um trecho de uma carta escrita em dezembro de 1897, que trazia à luz dois fatos até então desconhecidos. Emma Eckstein estava, ela própria, recebendo pacientes em análise (presumivelmente sob supervisão de Freud); e Freud inclinava-se, de novo, a dar crédito à teoria da sedução.
Perguntei a Anna Freud por que ela havia omitido esse trecho da carta de dezembro de 1897. Disse-me que não sabia mais por quê. Quando lhe mostrei uma carta não publicada de Freud a Emma Eckstein, disse que compreendia bem meu interesse pelo assunto, pois Emma Eckstein fora de fato uma parte importante da história do início da psicanálise; não obstante, porém, a carta não devia ser publicada. Em conversas subsequentes, a Srta. Freud deixou implícito que, já que seu pai acabara por abandonar a teoria da sedução, ela achava que apenas confundiria os leitores expô-los às suas dúvidas e hesitações iniciais. Eu, por outro lado, achava que essas passagens não apenas eram de grande importância histórica, como podiam muito bem representar a verdade. Parecia-me que ninguém tinha o direito de, alterando os registros, decidir pelos outros o que era verdade e o que era erro. Além disso, qualquer que fosse a decisão definitiva de Freud, era evidente que essa teoria o perseguiria a vida inteira.
Mostrei à Srta. Freud a correspondência de 1932 que encontrara na escrivaninha de Freud a respeito do último ensaio do seu amigo íntimo Sándor Ferenczi, que tratava exatamente desse tema. Claramente, pensei, era a preocupação persistente de seu pai com a teoria da sedução que explicava seu afastamento de Ferenczi, de outro modo misterioso. A Srta. Freud, que gostava muito de Ferenczi, achou penoso ler essas cartas e pediu-me que não as publicasse. Mas não era, insisti, uma teoria que Freud tivesse descartado facilmente, como um erro inicial insignificante, como nos queriam fazer crer.
Anna Freud instou-me a voltar meus interesses para outro lado. Em conversas com outros analistas próximos da família de Freud, foi-me dado a entender que eu topara com algo que seria melhor deixar de lado. Talvez, se a teoria da sedução houvesse realmente sido apenas um desvio ao longo do caminho da verdade, como tantos analistas acreditam, ter-me-ia sido possível dirigir minha atenção a outros assuntos. Mas, em minha opinião, a hipótese da sedução era a própria pedra fundamental da psicanálise. Em 1895 e 1896 Freud, ao ouvir suas pacientes, ficara sabendo que algo terrível e violento lhes marcara o passado. Os psiquiatras que ouviram essas histórias antes de Freud acusaram suas pacientes de serem mentirosas histéricas e descartaram suas lembranças como fantasia. Freud foi o primeiro psiquiatra a acreditar que suas pacientes estavam dizendo a verdade. Essas mulheres doentes, não porque viessem de famílias com "tendências", mas porque algo de terrível e secreto havia sido feito a elas quando eram crianças.
Freud anunciou sua descoberta num ensaio que leu em abril de 1896 na Sociedade de Psiquiatria e Neurologia em Viena, sua primeira grande alocução pública aos seus pares. O ensaio (o mais brilhante de Freud na minha opinião) foi recebido com um silêncio total. Depois, Freud foi instado a jamais publicá-lo, para que sua reputação não viesse a ser irremediavelmente prejudicada. Em torno dele aprofundou-se o silêncio e também a solidão. Mas ele desafiou seus colegas e publicou A etiologia da histeria, um ato de grande coragem. Ao fim, porém, por razões que tentarei elucidar nesse livro, Freud chegou à conclusão de que errara ao acreditar em suas pacientes. Isso, sustentou ele mais tarde, marcou o começo da psicanálise como ciência, terapia e profissão.
Jamais me parecera certo, mesmo como estudante, pretender que Freud não acreditasse em suas pacientes. Não concordava que as cenas de sedução representadas como lembranças fossem apenas fantasias, ou lembranças de fantasias. Mas não pensara em duvidar do relato histórico de Freud (frequentemente repetido em seus escritos) so.bre os seus motivos para mudar de opinião. Contudo, quando li as cartas a Fliess sem as omissões (as quais Freud, aliás, teria sem dúvida aprovado), elas contavam uma história muito diferente, dolorosa. Ademais, não importando para onde me virasse, até nos escritos mais tardios de Freud encrontrava sempre casos de sedução ou abuso de crianças.
Muriel Gardner, psicanalista e amiga de Anna Freud e de Kurt Eissler, apoiou meu trabalho, não só financeiramente, mas também dando-me todo o estímulo possível. Pediu-me para examinar os documentos inéditos que ela tinha em casa a respeito de Homem dos Lobos, um dos mais famosos pacientes posteriores de Freud, que fora financeiramente sustentado pela Dra. Gardiner e pelo Dr. Eissler. Lá, encontrei algumas notas de Ruth Mack Brunswick para um ensaio que jamais publicara. A pedido de Freud, havia reanalisado o Homem dos Lobos e espantara-se ao saber que, quando criança, ele fora seduzido analmente por um menbro da sua família _ e que Freud não sabia disso. Nem ela nunca lhe disse. Por que? Freud não sabia porque não quera saber? E Ruth Mack Brunswick não lhe contara porque percebia isso?
Em minha busca de novos dados, procurei saber mais sobre a viagem de Freud a Paris em 1885-1886. Visitei a biblioteca de seu antigo professor, Charcot, na Salpêtrière, e isso me levou ao necrotério de Paris, pois sabia que Freud assistira a autópsias realizadas ali por um amigo e colaborador de Chacot, Paul Browardel. Insinuações feitas por Freud davam a entender que ele vira no necrotério algo "de que a ciência preferia não fazer caso". No necrotério, fiquei sabendo que existia em francês toda uma literatura de medicina legal sobre abusos de crianças (especialmente estupro), e Freud dispunha desses documentos na sua biblioteca pessoal, embora não fizesse referência a eles nos seus escritos. Além disso, descobri que algumas da autópsias a que Freud assitira podiam ter sido autópsias feitas em crianças que haviam sido estupradas e assassinadas.
Vi que estava numa situação estranha. Quando me tornara psicanalista, acreditava que Freud havia intrepidamente buscado a verdade, que queria ajudar seus pacientes a enfrentarem suas histórias pessoais, e o que de mal lhes havia sido feito, não importa quão desagradável. Minha formação analítica ensinara-me cedo que esses ideais não eram partilhados por todos os colegas. Não pensava, porém, que estivessem totalmente alijados da ciência; certamente ainda havia gente que inflexivelmente buscava a verdade. Por isso, argumentava comigo mesmo, eu fora encorajado em minha pesquisa; nenhuma restrição lhe havia sido imposta.
Achava que as informações que estava pondo a nu eram vitais para compreender-se como a psicanálise se desenvolvido e comuniquei os resultados da minha pesquisa aos responsáveis por ela em primeiro lugar, Anna Freud, e Dr. Eissler e a Dra. Gardiner. Pensei que, embora eles pudessem não concordar com as minhas interpretações, não depreciariam o alcance das minhas descobertas.
Minha decepção com a psicanálise tal como eu a conhecia não era novidade, sendo inclusive partilhada por muitos dos meus colegas. A esse respeito, um encontro com Anna Freud pareceu-me importante e merece aqui um relato. Geralmente, minha relações com a Srta. Freud eram formais, limitando-se a discussões sobre pontos de pesquisa. Uma tarde, porém, começamos os dois a conversar de modo mais pessoal. Disse-lhe como estava desiludido com a minha formação em Toronto, que as coisas não haviam melhorado muito em São Francisco e duvidava que fosse diferente em qualquer outro lugar. Perguntei-lhe se, caso seu pai fosse vivo hoje, ele quereria participar do movimento psicanalítico, ou mesmo ser analista. "Não", respondeu ela, "ele não quereria." Anna Freud, então, entendia minha crítica à psicanálise tal como ela é praticada hoje, e parecia apoiar-me nessa crítica. Todavia, quando minha pesquisa levou-me mais para trás, para o próprio Freud, esse apoio cessou.
De fato, o que eu estava descobrindo apontava para trás, para o período inicial de Freud, 1897-1903, como o momento em que começaram a se manifestar mudanças fundamentais que, na minha opinião, haveriam de solapar a psicanálise. Com a maior relutância, cheguei gradualmente a ver o abandono da hipótese da sedução por Freud como uma falta de coragem. Se estava enganado no meu ponto de vista, certamente encontraria uma refutação inteligente e críticas sérias à minha interpretação dos documentos. Onde que que ela estivesse, a verdade tinha de ser encarada, e os documentos que eu encontrara tinham de ser trazidos à luz.
A convite de Anna Freud, apresentei um relato preliminar de minhas descobertas num encontro de psicanalistas na Hampstead Clinic em Londres em 1981. Os participantes haviam sido convidados por Anna Freud para uma conferência sobre Insight em Psicanálise, e muitos dos principais analistas do mundo inteiro estavam presentes. A reação negativa ao meu ensaio alertou-me para as implicações políticas da minha pesquisa, para a possibilidade de ela vir a ter um efeito adverso sobre a profissão. Mas afastei do pensamento essas considerações, como não merecedoras da atenção de um pesquisador sério."
Continua ...
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Anônimo disse...
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Agosto 02, 2008
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César Fernandes
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quinta-feira, 3 de abril de 2008
CAVE NE CADAS
Após uma vitoriosa batalha, havia o "Triunfo". Triunfo era uma das maiores solenidades da antiga Roma e a maior recompensa dada aos generais vitoriosos. Vestido de púrpura com uma coroa de louros na cabeça, sentado num magnífico carro puxado por quatro cavalos brancos e precedido por senadores, rodeado por parentes e amigos, seguido por todo o seu exército e por um grande número de cidadãos, o general vitorioso - o Triunfador - era conduzido em pompa ao Capitólio Romano. Adiante dele iam os despojos dos inimigos vencidos - quadros e objetos de arte das províncias que havia conquistado. Com correntes de ouro e prata iam à frente os reis e os chefes prisioneiros. Atrás, as vítimas que deveriam morrer.
Durante essa cerimônia, para abater o orgulho que um aparato tão deslumbrante pudesse inspirar ao Triunfador, um escravo, colocado atrás dele, no mesmo carro, juntava uma voz discordante às aclamações da multidão e fazia ouvir cantos mofadores e palavras satíricas: "Lembra-te que és homem", gritava ele ao vitorioso: "Cuidado! Não caias" (Cave ne cadas, em latim).
Aquele escravo, junto ao Triunfador, repetia a ele aquele alerta para que, em meio à embriaguez da glória, o general romano não se esquecesse de sua condição humana. Para que tanta pompa e circunstância não o fizessem pensar ser um "deus" ou alguém dotado de poderes divinos. O escravo repetia incessantemente o Cave ne cadas para que o general romano se lembrasse de que muitas vezes a queda segue, de perto, o Triunfo.
Fico imaginando quantas pessoas e empresas se deixaram tornar arrogantes pelo sucesso de um produto, de um prêmio recebido, de um triunfo qualquer. Fico imaginando quantas pessoas e empresas se deixaram embriagar pela pompa e circunstância de um momento de glória e pouco tempo depois caíram em desgraça, perderam o poder, faliram. Marcas famosas. Impérios indestrutíveis. Fortunas imensas. De repente, tudo acaba sem que o vulgus sequer consiga compreender como a queda ocorreu. Às vezes, rápida demais. Às vezes, logo após o triunfo.
Fico pensando se essas pessoas e empresas tivessem tido alguém a lhes dizer durante o seu Triunfo: "Cuidado! Não Caias" - Cave ne cadas - se elas teriam tido mais cuidado, sido menos arrogantes, menos "cheias de si", achando-se menos "deuses" e mais humanas. Talvez não tivessem perdido suas vidas, suas empresas, suas marcas. Talvez tivessem tido a sabedoria de ver que justamente na vitória, a humildade é fundamental.Se você ou sua empresa estão experimentando um grande sucesso ou mesmo um pequeno triunfo, lembre-se de tomar cuidado para não cair. Cave ne cadas é um conselho que vale para todos nós, sempre. Pense nisso.Sucesso.
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segunda-feira, 31 de março de 2008
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quinta-feira, 20 de março de 2008
Transformações inevitáveis
E espera, espera, espera... Até conseguir nascer. Isso é uma coisa interessante para se aprender com os embriões de borboletas - a espera e a sensibilidade às condições do ambiente. Embrião apressado é lagarta morta.E quando nasce, a lagarta nasce voraz. Devora a própria casca do ovo, e é capaz de comer uma planta com o triplo de seu tamanho em poucos minutos. Talvez porque a lagartinha, em sua sábia programação biológica, sabe que a maior responsabilidade de ser lagarta é a de extrair do ambiente o máximo que conseguir guardar em si mesma, para que consiga ficar forte depois. A vida da lagarta, que pode durar de meses até um ano, é andar por aí e se alimentar. Como acontece com todos os animais, ela está sujeita ao ataque de predadores. Por isso, ela guarda em si uma substância ácida e fedida que pode queimar, desagradar e afugentar os bichos que tentarem devorá-la. E não hesita em usá-la quando necessário. Espertinha, essa menina.
E quando a gente cresce, deixa pra trás um pedaço de si mesma, para poder ganhar novas formas e cumprir o ciclo da vida. A lagarta, mais uma vez espertinha, não perde tempo quando está de casca nova. Começa a comer mais e mais, até crescer e ficar enorme, forte, gordinha e pronta pra virar borboleta. Fiquei pensando, como a lagarta sabe que é hora de se pendurar, tecer alguns fios de seda e começar a montar um casulo? Será que ela escuta um sinal, sente alguma dor, tem alguma alucinação?
Lá, a borboleta vai ficar reclusa de uma semana a um mês; portanto, ele tem que estar bem protegido. Em minhas pesquisas vi um casulo ser atacado por um bando de marimbondos. Fiquei apreensiva, mas, depois de investir ferozmente contra o casulo, eles foram embora. Não conseguiram derrubá-lo nem penetrá-lo. Aí que fui entender como realmente é importante que a lagarta espere o tempo que for necessário até poder se fechar em pupa. Tudo em sua hora...
Sem ansiedade nem pressa.
Ela sai com as asas molhadas e envoltas em um líquido gosmento. Por isso, precisam ficar no sol secando, esticando as asas. Li que o esforço que elas fazem para esticar as asas é enorme, mas necessário.
Dizem algumas crendices que onde a borboleta pousa, leva sorte e sorrisos.
Ao contrário de suas irmãs mariposas, elas têm hábitos diurnos e amam as cores e sabores das flores. Por suas antenas, conseguem sentir cheiros e gostos. Ajudam a levar material genético de uma flor para outra, e enfeitam qualquer jardim. A principal razão da vida da borboleta adulta é se reproduzir para reiniciar o ciclo - coisa que a lagarta não pode fazer. E, olha só que interessante: a maioria das borboletas, depois de passar cerca de um ano ( em alguns casos, bem mais que isso ) se transformando, não vive muito mais que duas semanas. Duas semaninhas só. Algumas duram apenas três dias.
Pouquíssimas espécies conseguem sobreviver por uns seis meses... Mas não muito
mais que isso.
Sei lá, dá uma sensação de missão cumprida e sonho
acabado. Mas é só olhar do lado pra ver uma outra largartinha começando tudo de novo. E aí a gente se dá conta da maior beleza de todas.
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quarta-feira, 5 de março de 2008
É DIFÍCIL

Não saber o que fazer depois
Não saber qual rumo tomar
Não ter o que dizer
Não se arrepender pelo que deixou de fazer
Quando se percebe que não disse o que deveria ter sido dito
Comentários
Anônimo disse...
difícil é reconhecer que o silêncio é necessário qdo não há muito o que dizer? Difícil é não saber quem é o "eu"? Difícil? A vida é difícil... acho com uma certa convicção, que não seria melhor se assim não fosse.
Março 06, 2008
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Antidepressivos--> Aceita uma terapia? (Fonte:JB on line)
27/2/2008 08:44:00
Os antidepressivos da nova geração não funcionam, salvo em casos mais graves, e na maioria dos pacientes só têm um efeito de placebo. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada por cientistas do Reino Unido, Estados Unidos e Canadá que examinaram todos os dados existentes sobre esse tipo de substâncias, inclusive os de testes clínicos não divulgados pelos laboratórios.
Os fabricantes do Prozac e do Seroxat, dois dos antidepressivos mais vendidos do mundo, expressaram, no entanto, seu desacordo com os resultados do estudo. Um porta-voz do laboratório britânico GlaxoSmithKline, que fabrica o Seroxat, explicou que o estudo tinha levado em conta apenas um segmento pequeno de todos os dados disponíveis, enquanto a Eli Lilly, fabricante do Prozac, disse que a experiência demonstrou sua eficácia como antidepressivo.
Os cientistas compararam o efeito nos pacientes que tomaram antidepressivos com o resultado obtido em quem recebeu placebo e descobriram que a melhora era muito parecida nos dois grupos. As únicas exceções foram pacientes que sofriam de depressões mais graves, segundo o professor Irving Kirsch, da Universidade de Hull no Reino Unido, que participou da pesquisa.
Contudo, isso talvez tenha acontecido, segundo os cientistas, porque nesses pacientes graves o placebo não funcionou tão bem quanto nos que tomaram os medicamentos, e não porque os antidepressivos tenham surtido maior efeito.
- Dados os resultados, parece que não há apenas motivos para receitar antidepressivos, salvo para os pacientes que sofrem de depressões mais graves e em quem os outros métodos falharam - disse Kirsch. - As pessoas que sofrem de depressão podem melhorar sem recorrer a esse tipo de tratamento.
No estudo, divulgado na Public Library of Science, foram usados os resultados de 47 testes clínicos, além de vários dados inéditos. As conclusões da pesquisa valem no caso do Prozac (fluoxetina), do Seroxat (paroxetina), e de fármacos similares como Effexor (venlafaxina) e Serzone (nefazodone).
Segundo Tim Kendall, diretor-adjunto da Divisão de Pesquisa do Royal College of Psychiatrists, os laboratórios publicam somente os estudos que lançam uma luz positiva sobre seus produtos. O National Institute for Health and Clinical Excellence, do Reino Unido, recomenda aos médicos que tentem outros métodos antes de começarem a prescrever antidepressivos.
Fonte : JB Online
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Repare bem que mesmo parado
"Mestre de repente é quem aprende." Riobaldo. Guimarães Rosa
Março 11, 2008
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08:16
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terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Você já reparou
ora, não é só a visão que engana...
Fevereiro 11, 2008
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07:50
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
A G O R A

AQUI, AGORA, HOJE E SEMPRE
ONDAS DE TEMPO E DE MAR PARA DISFARÇAR...
RAZÕES DE SOBRA PARA LUTAR POR CADA MOMENTO
A NÃO SER QUE ...
gostei deste post. já disseram para não pensarmos no segundo depois, sofre-se menos.
Janeiro 12, 2008
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18:24
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Por ser oportuno, boa lembrança e parte da história de boa parte de nós...
Os Incríveis
Composição: Ribeiro J Francisco, Paulo S Valle e Rui Maureti
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08:08
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
E agora?
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César Fernandes
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